Tecnologia em prol da saúde mental, com Fabio Sato

Será que é possível utilizar tecnologia para levar saúde mental para mais pessoas, deixar o tratamento através da psicoterapia acessível para a maioria da população?

Sabemos que o tratamento psicológico, além de negligenciado, muitas vezes é inacessível por conta de custo. E quando falamos custo, não estamos pensando somente no preço da sessão, que em alguns consultórios de terapia social podem chegar a menos de 30 reais ou mesmo de graça, a pessoa periférica ainda precisa se preocupar com o valor da passagem, com quem deixar as crianças, deixar de cuidar da casa para ir fazer a terapia, etc.

Através do uso de tecnologia, conseguimos levar saúde onde seria quase impossível chegar.

Episódio sobre como é uma sessão de terapia:

Links do episódio

Fontes

Sobre a utilização da internet no Brasil: IBGE

O que é a Terapia Cognitiva Comportamental

Imagem: Photo by Rami Al-zayat on Unsplash

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Padrões de beleza e sua influência na alimentação, com Grazi Durante

Os padrões de beleza estão ao nosso redor. Você pode acreditar que não recebeu influência ou que não se sente mal consigo por conta de nenhum padrão, mas a grande verdade é que esses temas fazem parte da nossa socialização e trazem sim impacto em nossa saúde mental e na alimentação.

Neste episódio, conversamos com a nutricionista especialista em nutrição comportamental Grazi Durante para entendermos melhor como a alimentação deve ser levada e considerada quando se trata de beleza corporal.

Confira o episódio!

Recomendações

O mito da beleza: Como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres

Fazendo as pazes com o corpo

A Ditadura Da Beleza E A Revolução Das Mulheres

A coragem de ser imperfeito

Fontes

A mudança dos padrões de beleza através dos anos.

O número de cirurgias cresceu 141% entre crianças de 13 a 18 anos de idade na última década.

70 milhões de pessoas no mundo (25 milhões delas só nos Estados Unidos) desenvolveram em algum ponto da vida algum tipo de transtorno alimentar. As mulheres respondem por 85% dos casos.

O uso das redes sociais cresceu 40% durante a pandemia.

Imagem: Photo by Diana Polekhina on Unsplash

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Saúde mental no ambiente de trabalho – burnout, com Isaac Babsky

Trabalho ocupa uma grande parte da nossa vida. Já parou para pensar como alinhar e equilibrar a saúde mental e o nosso dia a dia na vida corrida como pessoas trabalhadoras?

Na área de tecnologias temos muitas pessoas passando pelo famoso burnout, assim como por crises de ansiedade e depressão. Neste episódio eu conversei com o Isaac Babsky, que também trabalha nessa área, para compartilhar como foi sua experiência com o burnout e o que ele está fazendo para não cair novamente nas armadilhas da carreira que nos levam ao esgotamento.

Sobre medicamentos, depressão e ansiedade:

Recomendações

Livros:

Aplicativo: Headspace, meditação guiada

Série do Headspace na Netflix:

Fontes

Scaling-up treatment of depression and anxiety: a global return on investment analysis

Horas trabalhadas por ano

Quase metade dos brasileiros trabalha até onze horas por dia

Quantas horas as pessoas trabalham em cada país

Créditos de imagem: Unsplash.

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Estigma e Saúde Mental

Antes da reforma psiquiátrica, a visão sobre a saúde mental estava vinculada ao isolamento e controle dos corpos daqueles que não estavam de acordo com a dita “normalidade”. A reforma psiquiátrica (anos 70) modificou essa visão e ampliou o cuidado à saúde mental vinculado ao território e à comunidade, na perspectiva de inclusão e sociabilidade. No episódio Entendendo o CAPS e o SUS, com Larissa Ferreira, tais informações são aprofundadas e contextualizadas.

Nessas cinco décadas, muitos avanços com destaque Política Nacional sobre Drogas no Brasil, que luta pela desmistificação e tratamento no uso e abuso de drogas, em contraponto retrocessos como rever o financiamento dos Centros de Atenção Psicossocial – CAPS aconteceram. Apesar de ocupar lugar de destaque na mídia ultimamente, a política de saúde mental sofre cada vez mais ataques do governo, sendo um dos maiores das últimas décadas em pleno 2020 em total contramão a todos os avanços construídos ao longo desse tempo, através de revogações, a exemplo de portarias que orientam programas estratégicos como Consultório na Rua, baseadas em pouca ou nenhuma cientificidade. Ainda assim, profissionais, organizações diversas e os próprios usuários continuam lutando para que os avanços alcançados antes continuem (saiba mais).

Essa involução das políticas públicas corroboram com muitos mitos e estigmas em torno da temática, o que afeta diretamente as pessoas com algum tipo de transtorno e pode interferir em suas dinâmicas sociais de maneira a propagar sofrimento e afastamento do cuidado.

Mas afinal o que é estigma? Segundo Goffman, é um sinal depreciativo com o objetivo de exclusão e discriminação daqueles que possuem alguma característica que se diferenciam da norma dominante. O estigma internalizado pode causar dificuldades na adesão aos tratamentos e a participação social do estigmatizado.

Como já dito aqui no Malabarizando em outros textos, 86% das pessoas brasileiras possuem algum transtorno mental, ou seja, grande parte da população está em estado de vulnerabilidade em relação à saúde mental. Contudo, quantas dessas pessoas estão em processo de tratamento e/ou acompanhamento ou têm acesso aos meios para que o tratamento aconteça?

Antes de falar sobre acesso, temos que entender a carga do estigma no entendimento e aceitação da pessoa com o próprio transtorno. Não é fácil priorizar a saúde mental no país em que a taxa de desemprego é de 14,3% (14,1 milhões de pessoas), como se sustenta o cuidado à saúde mental sem as necessidades básicas de existência serem garantidas?

As duas instâncias deveriam e devem ser direitos básicos de existência. Por isso, é importante o acesso a informações e a não propagação errônea de estigmas. Palavras como “frescura”, “falta do que fazer”, “doido” e toda gama de discriminação que persiste desde o brasil colonial só reforçam e afastam a procura por tratamento.

Entender a urgência do direito ao acesso à saúde mental (sucateada nos últimos anos, vide o governo atual que não se preocupa com nenhuma camada da saúde de sua população que acessa serviços públicos) é entender que devemos lutar. E de luta a periferia entende e sobrevive. Assim, fica ainda mais latente a importância de fortalecer e cuidar da saúde mental começando por: você não está sozinho.

#defendaosus

Em direção a desmistificação desses estigmas e a luta contra o preconceito, confira os episódios:

Sobre o uso de medicamentos

Sobre a ansiedade

Sobre depressão ser doença de rico

Para mais informações acesse: 

Referências:

NASCIMENTO, Larissa Alves do; LEÃO, Adriana. Estigma social e estigma internalizado: a voz das pessoas com transtorno mental e os enfrentamentos necessários. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v.26, n.1, jan.-mar. 2019, p.103-121.

GOFFMAN, Erving. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de Janeiro: LTC. 1988.

Como é uma sessão de terapia?

Eu aposto que você já se perguntou ou até mesmo questionou alguém sobre como é uma sessão de terapia!

Talvez seja o que vai fazer diferença entre seguir para a sessão ou não. Pois bem. Eu e Stela trocamos uma ideia para compartilhar a nossa experiência durante alguns anos de tratamento e acompanhamento.

Algumas experiências muito boas, outras nem tanto. Confere o episódio ae!

Links

O que é a constelação familiar? – Minha Vida

Constelação Familiar – Wikipedia

Constelação Familiar: machismo às custas do SUS

CONSTELAÇÃO FAMILIAR: UMA PRÁTICA PERIGOSA • Física e Afins

5 razões que provam por que todo mundo deveria fazer terapia

O poder está nas palavras: como funciona e por que fazer terapia

Por que fazer terapia? Conheça os principais benefícios do processo

Para que serve a terapia e quando devo usar o processo a meu favor

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