Entendendo o CAPS e o SUS, com Larissa Ferreira

Talvez você já tenha visto um CAPS próximo de sua região. Com o crescimento das instalações de UPAs pelo Brasil, os CAPS muitas vezes estão do lado dessas unidades. No Alvarenga, em São Bernardo do Campo, tem um CAPS do lado da UPA Alvarenga.

Neste episódio eu fui entender o que é e como funcionam essas unidades de saúde e acabamos aprendendo até como funciona o Sistema Único de Saúde, o SUS. #defendaosus

Confere o episódio ae!

Links citados no podcast

Os documentários abaixo são muito pesados. Não assista se for muito sensível.

Assista com o objetivo de conhecer o passado e vivermos na luta contra o retorno desse tipo de sistema.

O que foi a tragédia do Hospital Colônia de Barbacena?

O holocausto brasileiro: Memórias da Colônia de Barbacena

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Saúde mental da população LGBTQI+, com Psico Vicente

Neste episódio recebemos o Vicente para um bate papo sobre a saúde mental da população LGBT periférica. O papo foi muito produtivo e rendeu bastante recomendação maneira pra você conferir depois de ouvir o episódio.

Confere abaixo.

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“Luta de LGBT em favelas ainda é para continuarmos vivos”, diz ativista gay”

Documentário O Que Nos Define

Favela Gay – Periferias Lgbtqi+

Pessoas ainda estranham gay da periferia com estilo funkeiro

‘Não quero me esconder’: 6 histórias de mulheres LGBT+ na periferia

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Depressão é doença de gente rica?

Talvez a doença mental mais subestimada na periferia seja a depressão. Desde que ela se tornou um surto social aumentando 18% entre 2005 e 2015, aparecendo na televisão e nos jornais algo que sempre ouvimos de nossos familiares ou das pessoas mais velhas da vizinhança é: depressão é falta de ter uma louça pra lavar.

Isso é problemático de diversas formas, uma vez que o nosso país é um dos que tem a população mais ansiosa e depressiva do mundo, como você pode conferir nos dados que eu sempre repito no podcast:

  • 86% das pessoas brasileiras possui algum transtorno mental;
  • 59% das pessoas brasileiras estão em estado severo de depressão;
  • 63% das pessoas brasileiras estão em estado severo de ansiedade.

Muita gente deixa de cuidar da saúde mental devido a esse tipo de preconceito que vem sendo passado de geração para geração e o principal é dizer que depressão é coisa de gente rica. Acreditei nisso até minha mãe, minha companheira e logo depois eu mesmo passarmos pelos quadros depressivos. Eu, inclusive, chegando ao pico do problema sendo levado aos pensamentos suicidas além dos vários problemas que enfrento no meu corpo graças a ansiedade.

Três pessoas periféricas, de gerações diferentes, afetadas em momentos diferentes pela mesma doença.

Acho que nem preciso te dizer que métodos preventivos de cuidado da saúde mental teriam nos livrado desse tipo de experiência traumatizante. Assim como nos levado a busca por ajuda mais cedo, evitando muita coisa ruim que nos aconteceu.

Para reforçar o que eu quero deixar muito claro com o Malabarizando de que depressão não é doença de gente rica, assim como outros distúrbios mentais que vamos falar mais em outros artigos e episódios do podcast, conversei com três pessoas com experiências diferentes com a depressão, ansiedade, o uso de medicamentos no auxílio do tratamento dessas doenças, assim como o papo com uma especialista no assunto para desmistificar o tema.

Confira abaixo!

Espero que estes episódios te ajudem a mudar a visão sobre a depressão, assim como reforçar a necessidade do autocuidado e te levem a buscar ajuda, caso esteja precisando.

Não tenha vergonha do que a depressão faz com a gente. Você não está sozinha(o) nisso. Conte com o Malabarizando!

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Fontes:

O que a ansiedade já fez com o meu corpo

No começo era só o coração acelerado e a respiração ofegante. Com o tempo, vieram as náuseas, insônia e tontura. Quando pensamos em ansiedade, dificilmente relacionamos os problemas da mente com algo no corpo, mas não é bem assim.

A ansiedade já fez com o meu corpo, mais do que qualquer droga teria feito em tão pouco tempo.

Existe um processo que acontece no nosso corpo quando temos algumas condições psiquiátricas, como a ansiedade, chamado somatização. De uma maneira simples de dizer, são os sintomas físicos do problema em nossa mente.

A ansiedade causou no meu corpo, através da somatização, um estrago terrível que eu vou precisar conviver por muito tempo e tratar junto ao controle do meu psicológico.

Quando moleque eu tinha uma enxaqueca que nunca passava. Quando adulto isso permaneceu e veio junto a gastrite. Enquanto eu começava meu tratamento para a ansiedade e várias questões vinham a tona, minhas unhas enfraqueceram, minha pele ressecava, apareceram bolinhas pelo meu corpo que, muitas vezes, precisam ser removidas através de pequenas cirurgias.

Em momentos de crise chego a perder o equilíbrio mesmo sentado. Toda vez que eu ia subir em um palco para palestrar, antes eu vomitava. Sempre que eu recebia um feedback negativo, eu não dormia até traçar um plano para resolver aquilo.

Hoje eu continuo com os sinais da gastrite, que todo ano volta. Agora ainda tenho o intestino irritado (já que eu não me irrito mais graças a terapia, o corpo se irrita sozinho).

A última vez que fiz uma cirurgia para remover aquelas bolinhas do meu corpo foi no dia 15 de janeiro de 2021. A próxima vez que vou fazer uma endoscopia para verificar como está o meu estômago é amanhã, dia 02 de fevereiro, visto que eu estou escrevendo na noite anterior ao evento.

Isso acontecendo mesmo em um momento em que eu não me sinto ansioso. Não estou com o coração acelerado, não estou com a respiração ofegante, nada está tirando minha paz em níveis extremos (problemas existem e sempre vão existir), estou finalizando meu tratamento para a depressão, consegui voltar a escrever e gravar o podcast. Inclusive, as caixinhas abaixo são as últimas que vou tomar.

Percebe como algo que achamos tão simples pode trazer diversas consequências para a nossa vida?

Não espere que o seu problema atual se torne algo para o resto da sua vida. Procure ajuda psiquiátrica se você sente algo diferente do normal.

A experiência periférica com a depressão, com Ana Cruz

Depressão, uma doença silenciosa, que chega de mansinho, nos pega de surpresa e quando a gente se dá conta, já estamos no chão. Talvez seja a doença mais subestimada pelo povo periférico, uma vez que nós crescemos achando que a pessoa ter uma tristeza que não passa é frescura e, se a pessoa não consegue levantar da cama para cumprir suas obrigações por conta dessa tristeza, é frescura ou vagabundagem.

Talvez se a informação tivesse chegado até nós um pouco antes, não seria necessário sofrermos o que sofremos e precisar conviver para o resto das nossas vidas com uma doença séria, que impacta milhares de pessoas por ano, já atinge 59% da população brasileira e, na pior das hipóteses, pode levar ao suicídio, que inclusive leva 800 mil vidas por ano segundo a OMS.

Fonte: https://www.paho.org/pt/topicos/depressao 

Neste episódio do Malabarizando, conversei com a Ana Cruz sobre seu caso com a depressão. Confira abaixo!

Os links citados no episódio estão logo depois do cast.

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