Relacionamentos, dependência emocional e ansiedade, com Amanda Giglio

Visando melhorar a maneira como a periferia entende relacionamentos, convidamos a psicóloga Amanda Giglio para bater um papo sobre o que seria um relacionamento saudável. Links O amor não dói: não podemos nos acostumar com nada que machuca Inteligência emocional Comunicação não-violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais Instagam da Amanda: instagram.com/psico.amandagiglio Twitter daContinuar lendo “Relacionamentos, dependência emocional e ansiedade, com Amanda Giglio”

Entendendo o CAPS e o SUS, com Larissa Ferreira

Talvez você já tenha visto um CAPS próximo de sua região. Com o crescimento das instalações de UPAs pelo Brasil, os CAPS muitas vezes estão do lado dessas unidades. No Alvarenga, em São Bernardo do Campo, tem um CAPS do lado da UPA Alvarenga. Neste episódio eu fui entender o que é e como funcionamContinuar lendo “Entendendo o CAPS e o SUS, com Larissa Ferreira”

Saúde mental da população LGBTQI+, com Psico Vicente

Neste episódio recebemos o Vicente para um bate papo sobre a saúde mental da população LGBT periférica. O papo foi muito produtivo e rendeu bastante recomendação maneira pra você conferir depois de ouvir o episódio. Confere abaixo. Instagram do Vicente: instagram.com/psicovicente. Facebook do Vicente: facebook.com/psicovicente. “Luta de LGBT em favelas ainda é para continuarmos vivos”, diz ativistaContinuar lendo “Saúde mental da população LGBTQI+, com Psico Vicente”

Depressão é doença de gente rica?

Talvez a doença mental mais subestimada na periferia seja a depressão. Desde que ela se tornou um surto social aumentando 18% entre 2005 e 2015, aparecendo na televisão e nos jornais algo que sempre ouvimos de nossos familiares ou das pessoas mais velhas da vizinhança é: depressão é falta de ter uma louça pra lavar.Continuar lendo “Depressão é doença de gente rica?”

A experiência periférica com a depressão, com Ana Cruz

Depressão, uma doença silenciosa, que chega de mansinho, nos pega de surpresa e quando a gente se dá conta, já estamos no chão. Talvez seja a doença mais subestimada pelo povo periférico, uma vez que nós crescemos achando que a pessoa ter uma tristeza que não passa é frescura e, se a pessoa não consegueContinuar lendo “A experiência periférica com a depressão, com Ana Cruz”